Se você que é adulto sente aquele friozinho na barriga quando tem de fazer uma apresentação, imagine o seu filho! Nenhum jovem gosta de estar exposto e ser avaliado por aqueles cujas opiniões mais valoriza, os colegas! E, é por isso, que certos alunos desenvolvem ansiedade na apresentação de trabalhos escolares. A verdade é que, mais tarde ou mais cedo, acabam por atingir um equilíbrio emocional que os ajuda a controlar as suas emoções quando falam em público. Mas quanto mais cedo isso acontecer, melhor, não é verdade?
Seja por timidez, seja por insegurança, a ansiedade na apresentação de trabalhos escolares afeta muitas crianças e jovens, e o facto de as suas emoções poderem atrair notas mais baixas é o de menos aqui. O maior problema é mesmo perpetuar a situação indefinidamente. Não deixe que isso aconteça! Numa idade em que o seu filho está inseguro e com um grande receio de falhar, atente nas nossas dicas para o ajudar a ultrapassar a ansiedade na apresentação de trabalhos escolares e mostrar mais confiança, melhorando o seu desempenho, ganhando a admiração dos colegas e professores e, claro, obtendo as melhores notas possíveis!
Para ajudar o seu filho a deixar de sentir ansiedade na apresentação de trabalhos escolares, tem de trabalhar a sua segurança. Isto, porque uma criança ou jovem que se sente seguro, amado e acompanhado, tem mais hipóteses de não sentir aquele nervoso miudinho. Nesse sentido, converse com o seu filho e passe mais tempo com ele, faça o que for preciso para que sinta segurança e ganhe mais confiança! Para que saiba que mesmo quando comete erros, pode voltar para casa onde é estimado. E se mesmo assim, essa ansiedade na apresentação de trabalhos escolares não diminuir, não hesite em recorrer à ajuda de um psicólogo.
Fique alerta porque, na tentativa de ultrapassar ansiedade na apresentação de trabalhos escolares, o seu filho pode estar a decorar o que tem de dizer e a ficar cada vez mais nervoso porque antevê que se possa esquecer de alguma coisa. E, efetivamente, se estiver nervoso, a probabilidade de se engasgar e de se esquecer de metade do texto que tinha decorado é grande, e isso só vai fazer com que num próximo trabalho a ansiedade seja ainda mais asfixiante. Então, a solução é fazê-lo entender que tem de estudar o conteúdo que vai apresentar e entender bem o que vai transmitir. Assim, além de conseguir entusiasmar os colegas com a apresentação, se se esquecer de alguma coisa, consegue improvisar. E, se for interpelado pelo professor ou por um colega, consegue responder! Com o tema bem dominado, a segurança será maior e assim ele será capaz de controlar a ansiedade.
Se a apresentação (individual ou em grupo) for bem planeada de forma a revelar coerência e interesse e envolver a audiência, o seu filho vai conseguir descontrair. Por isso, ajude-o a pensar numa forma de fazer a apresentação de acordo com o tema e tempo disponível, mas também tendo em conta os recursos que pode usar para prender a atenção dos colegas e do professor. A divisão entre introdução, desenvolvimento e conclusão é fundamental, sim, mas dentro de cada um destes itens, devem existir recursos, como slides, para fazer uma abordagem interessante. Copiar e colar textos retirados da Internet é que não!
Incentive o seu filho a ensaiar a apresentação em voz alta e ofereça-se para assistir ao ensaio assim que ele lhe diga que está preparado. E, claro, avise-o de que não se trata de decorar um texto, trata-se – como já indicámos – de expor o conteúdo da forma como o entendeu, cronometrando o tempo para não se alongar e recorrendo, se necessário, a uma “cábula” com os tópicos da apresentação para não se esquecer de nada. Se ele seguir o plano é bem capaz de controlar a ansiedade na apresentação de trabalhos escolares.
Seguramente que o seu filho vai dizer que a melhor forma de não se esquecer de nada durante a apresentação, é ler o texto. Mas essa estratégia adotada por alunos mais ansiosos ou tímidos nunca deu bom resultado porque, é uma forma de camuflar o problema: um problema que se vai repetir na próxima apresentação de um trabalho escolar! Ao invés, se ele conseguir evitar uma apresentação monótona e desinteressante, como uma apresentação lida, consegue ter melhor nota no trabalho e sair da sala de aula mais confiante.
E, agora que o seu filho planeou e ensaiou a apresentação, compreendeu o conteúdo e percebeu que não é preciso recitá-lo, é hora de falar-lhe nos aspetos não verbais da apresentação de trabalhos escolares. É natural que sendo uma criança ansiosa tenha tendência a revelar nervosismo, repetindo gestos, balançando-se, corando, tremendo das mãos, suando, olhando para o chão… Mas esses comportamentos podem comprometer a apresentação, por muito bem planeada que tenha sido, e é por isso que deve auxiliá-lo a não deixar o nervosismo transparecer por meio desses gestos, controlando a sua ansiedade na apresentação de trabalhos escolares. E mais uma vez, é uma questão de treino! No aconchego do lar ele será capaz de melhor harmonizar a fala e a postura, conseguir fazer uma boa apresentação e evitar a ansiedade em trabalhos futuros.
Hoje são as apresentações de trabalhos escolares, amanhã as entrevistas de emprego… e, por aí fora! Por isso, o ideal é desenvolver técnicas de relaxamento com o seu filho que possam ser úteis durante toda a vida, como técnicas de respiração, meditação ou atividades desportivas. É importante que ele reconheça quais são os episódios que lhe causam ansiedade para depois controlar os seus sentimentos e conseguir relaxar.
Se o esforço do seu filho não surtir efeito e ele voltar a mostrar ansiedade e insegurança durante a apresentação do trabalho escolar, desvalorize. O que mais importa agora é conseguirem falar sobre o assunto, avaliarem os erros cometidos e aprenderem com eles. Elogie-o na mesma, porque apesar de não ter sido desta, o seu filho mostrou alguma coragem para ultrapassar o nervosismo da apresentação. Não o deixe chegar à conclusão de que não tem jeito para apresentar trabalhos. Com o tempo, ele chega lá.
O apoio dos pais é fundamental para evitar a ansiedade nas apresentações de trabalhos escolares: compreensão, carinho, segurança e uma boa dose de paciência… eis o que precisa para ajudar o seu filho a relaxar!
Em todo o caso, pode sempre recorrer ao Serviço de Psicologia do Colégio INED que identifica alunos com necessidades de acompanhamento no seu projeto de vida e desenvolvimento pessoal e ajuda-os a ultrapassar as dificuldades.
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