4 Dicas para proteger o seu filho dos perigos da Internet

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4 DICAS PARA PROTEGER O SEU FILHO DOS PERIGOS DA INTERNET

21. JAN. 2020

A Internet é maravilhosa! É a melhor amiga da malta jovem, funcionando como recurso de lazer e apoio aos estudos, mas se está aqui a ler este artigo sobre como proteger o seu filho dos perigos da Internet, é porque sabe que esta amizade pode ser comprometedora, correto? E tem toda a razão! 

O facto do seu filho, através da web, conseguir aprender, conviver, fazer amigos, divertir-se e soltar sonoras gargalhadas a ver os vídeos engraçados dos seus youtubers preferidos… não o deve desviar desta missão de proteger o seu filho dos perigos da Internet. E isso, porque a Internet é um local maravilhoso, sim, mas também é aquele sítio onde pessoas mal-intencionadas inventam desafios como a “baleia azul”. Aquele sítio onde há exposição a conteúdos impróprios, como pornografia, onde as publicações privadas se tornam públicas, onde o abuso sexual e o cyberbulling acontecem, onde se faz download de softwares ilegais e se jogam jogos de sorte e azar, entre mais… muito mais! Por isso – e em como tudo na vida – o seu filho deve ter cuidado com os riscos e perigos a que está exposto quando navega na Internet e ninguém melhor do que o pai ou a mãe para o alertar. E nada melhor para ajudar esse pai ou mãe, do que a leitura deste artigo que explica como evitar os malefícios da web!

Continue a ler para conhecer as nossas dicas sobre como proteger o seu filho dos perigos da Internet.

O que é privacidade? Converse com o seu filho sobre isso

Será que o seu filho já tem consciência do que são informações privadas e de que as tem de manter em confidencialidade? Na dúvida, comece a proteger o seu filho dos perigos da Internet conversando com ele a respeito de privacidade e explicando que o seu número de telefone, morada, nome completo, fotografia e colégio que frequenta, por exemplo, não devem ser partilhados online. Além disso, o seu círculo de amigos em redes sociais deve ser constituído única e exclusivamente por pessoas que conhece e em quem confia. Em caso algum deve admitir estranhos, fale-lhe nisso e, se necessário, ajude-o a configurar o ou os perfis para garantir maior privacidade de conteúdos. E não se esqueça de o alertar também para o perigo de instalação de vírus, explicando que não deve abrir emails de remetentes desconhecidos (podem ser spam ou vírus).

Online, a imagem do seu filho – ou de qualquer pessoa – fica completamente exposta (inclusive através de uma simples foto ou de um comentário no Facebook). Dessa forma, é fundamental que se certifique que ele compreende e adere às boas práticas na Internet.

O que é que ele anda a fazer? Monitorize o acesso à Internet

Se está preocupado com algum comportamento menos feliz que o seu filho possa ter na Internet, acompanhe de perto os seus acessos colocando o computador num local onde o possa ver para monitorizar as suas pesquisas, por exemplo.

Se o seu filho fecha os aplicativos sempre que passa por ele ou tranca a porta do quarto ou bloqueia constantemente o telefone, fique alerta porque esse comportamento pode indicar que ele está a tentar esconder alguma coisa. Claro que podem ser as fotografias da namoradinha, mas também pode ser algo perigoso. Se ele não quiser conversar sobre o assunto, pode sempre consultar o histórico do computador ou pedir-lhe as passwords de acesso para se certificar de que está tudo bem. Até o seu filho ser maior de idade, você é responsável por ele e por tudo o que ele faz. Por isso, não veja este controlo sobre a sua vida online como uma invasão de privacidade. Veja como uma obrigação de pai para proteger o seu filho dos perigos da Internet.

Quanto tempo pode estar online? Imponha limites quanto às horas que passa na Internet

Hoje em dia as crianças e os jovens têm tendência a passar muito tempo na Internet e isso exige por parte dos pais, alguma orientação, ou seja, o estabelecimento de horários ou limites de tempo para navegar na Internet. O seu filho não vai gostar – isso tem como garantido – mas deve impor-lhe uma navegação sem exageros, uma navegação mais segura que, inclusive, lhe deixe tempo livre para outras atividades mais saudáveis.

Lembramos que vários estudos comportamentais, mostram a importância de proteger o seu filho dos perigos da Internet associando a exposição contínua à Internet com o aumento da ansiedade e depressão em jovens. Não arrisque!

Prevenir ainda é o melhor remédio? É sim, instale firewalls, antivírus, filtros de conteúdos e controlo parental

Por muito cuidado que o seu filho tenha, não está livre de potenciar a entrada de um vírus num equipamento (nem você!) e por isso e para isso, existem, precisamente, uma série de firewalls e antivírus (a maioria gratuitos) que pode instalar no computador e smartphone quer para evitar que o seu filho fique exposto a conteúdos impróprios, quer para evitar vírus e outros programas maliciosos. Além disso, e porque nenhum antivírus impede o seu filho de ver conteúdo impróprio para a idade, deve instalar também filtros de conteúdo, programas que contém algoritmos que o ajudam a definir o conteúdo que pode ficar disponível e a excluir o outro, bloqueando o acesso (também em redes sociais).

Por fim, o controlo parental existe por algum motivo e se está interessado em proteger o seu filho dos perigos da Internet, deve usá-lo. O controlo parental é um recurso ou aplicativo (pago ou gratuito) que pode ser instalado em vários tipos de equipamentos e em vários sistemas operativos (incluindo consolas de jogos) que permite definir filtros de acordo com a classificação etária do conteúdo, identificando os sites que o utilizador pode e não pode ver, aplicativos que pode ou não pode instalar, etc.

Afinal, há uma série de recursos que o podem ajudar a proteger o seu filho dos perigos da Internet.

É fundamental que os pais orientem cada vez mais os filhos sobre os perigos da Internet, porque se usada de forma errada, a Internet pode provocar dissabores e – pior do que isso – graves traumas. A ansiedade e a depressão são, muitas vezes, sintomas de uma navegação desequilibrada. Converse com o seu filho a respeito da sua privacidade e das boas práticas que deve elencar no seu acesso, mas se não verificar melhorias ou se começar a ver que o seu filho está triste, dorme mal e come pior ainda, não hesite em contactar diretamente o nosso gabinete de psicologia.

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O meu filho não quer estudar! E o que faço agora?

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O meu filho não quer estudar! E o que faço agora?

10. JAN. 2020

Agora – e bem vistas as coisas – não há muitos pais que digam “o meu filho adora estudar”. Mas há muitos e muitos que, tal como você, admitem: “o meu filho não quer estudar”. E isso é prova que baste de que, em primeiro lugar, ninguém no seu juízo perfeito vai estudar a transbordar de alegria. Em segundo lugar, os jovens, devido à sua imaturidade, acham que estudar é uma “seca”, que os TPCs são “bueda” chatos, os trabalhos são “tipo” um drama. E é por isso que os pais têm aparecido e continuam a aparecer aqui, no terceiro lugar desta equação, com a tarefa hercúlea de equilibrar as coisas. “Tá-se?”

Sente que o seu filho precisa de começar a estudar ou começar a estudar para melhorar os resultados escolares? Ok, pare de dizer “o meu filho não quer estudar” e tome a iniciativa de o ajudar. Muito dificilmente será ele sozinho a mudar a postura porque a falta de maturidade tolda-lhe as ideias, pelo que compete aos seus professores, mas também aos pais, motivar para o estudo. Como o fazer? Conheça as nossas dicas já de seguida!

O meu filho não quer estudar! E agora?
Agora mostre-lhe a importância dos estudos

Muitos jovens têm a ideia de que só precisam de estudar para tirar boas notas nos testes ou – pior ainda – para passar de ano. E isso é normal. São novos e ainda não foram despertos para a verdadeira importância dos estudos. Se é o caso do seu filho, ajude-o a desenvolver uma visão a longo prazo, explicando o impacto que a educação pode ter no seu futuro profissional e pessoal, de modo a que ele perceba que estudar pode ser gratificante.

O meu filho não quer estudar! E agora?
Agora ajude-o a traçar objetivos de estudo

No início de cada período, ajude o seu filho a definir metas de curto prazo. Não importa se o objetivo dele é subir as notas ou obter uma média de 18 valores. O que interessa é que ele seja capaz de definir metas exequíveis, pois de outro modo é difícil encontrar motivação para estudar. Esses objetivos de estudo podem e devem ficar registados nalgum lugar visível aí em casa, para o recordar todos os dias.

O meu filho não quer estudar! E agora?
Agora proporcione-lhe um bom local de estudo

O local onde o seu filho estuda, também é importante para o motivar. O espaço deve estar bem iluminado, arejado, com uma temperatura agradável, arrumado e organizado e – muito importante! – sem distrações por perto como barulhos, televisões, consolas… E se ele preferir estudar sentado no sofá da sala ou deitado na cama no quarto, desincentive! Essa postura, além de ser prejudicial à saúde, não favorece a concentração.

O meu filho não quer estudar! E agora?
Agora auxilie-o na gestão do tempo de estudo

Tem de contrariar essa tendência que o seu filho tem de estudar apenas em vésperas de testes. Estudar 30 a 50 minutos todos os dias é mais benéfico do que 2 horas na véspera do teste, principalmente se no teste saírem matérias cuja compreensão e memorização requerem algum tempo para consolidação, como a Matemática. Nesse sentido, elaborem em conjunto um horário de estudo semanal equilibrado, ou seja, juntando no mesmo dia uma disciplina de que o seu filho gosta e outra que não gosta ou começando o período de estudo com as matérias mais difíceis (quando os níveis de concentração são mais altos) e passando depois às mais fáceis.

O meu filho não quer estudar! E agora?
Agora dê-lhe autonomia e responsabilidade

No 5º e 6º ano é natural que supervisione o seu filho, que o ajude a preparar a mochila, que o ajude a fazer os apontamentos para os testes e até que fique junto dele enquanto estuda, mas quanto mais cedo lhe der autonomia e responsabilidade, melhor! Os jovens devem interiorizar o quanto antes o facto do seu sucesso ou insucesso escolar depender principalmente do seu esforço, e não do esforço dos pais. Não queremos com isto dizer que não o supervisione, mas à medida que ele for passando de nível de escolaridade, essa vigilância deve ser atenuada.

O meu filho não quer estudar! E agora?
Agora estabeleça rotinas

Enquanto eles são pequenos, é relativamente fácil manter uma rotina, mas na adolescência é mais complicado porque os jovens não querem ter horas para estudar, insistem em deitar-se tarde, em comer a correr… Ora, essa falta de rotina resulta em poucas horas de sono e muitas vezes em falta de nutrientes na alimentação que podem afetar a memória e concentração e, por consequência, afetar também os resultados escolares. Mantenha-se alerta! 

O meu filho não quer estudar! E agora?
Agora elogie os bons resultados 

O seu filho conseguiu atingir os objetivos definidos? Perfeito! Agora não se esqueça de valorizar o seu esforço. Um “estou muito orgulhoso(a) de ti” ou “eu sabia que eras capaz” são frases muito importantes para o estudante, bem mais importantes que recompensas materiais, que de resto só criam associações negativas: só vale a pena estudar se houver uma gratificação imediata.

O meu filho não quer estudar! E agora?
Agora apoie-o mesmo que não tenha conseguido atingir os seus objetivos 

Não deixe o seu filho a pensar que só é amado se for bom aluno. Mesmo que ele não consiga atingir os seus (vossos) objetivos escolares, é essencial que demonstre apoio e compreensão, incentivando-o a continuar a esforçar-se.

O meu filho não quer estudar! E agora?
Agora apareça nas reuniões escolares

Participe das reuniões escolares e colabore, sempre que possível, nas atividades que promovemos no Colégio INED, isso vai deixar o seu filho a sentir que se preocupa e se ocupa dele!

Aqui acreditamos que o papel dos pais na educação dos filhos vai além da exigência para terem boas notas. Manter uma comunicação estreita e assídua com o colégio, é fundamental para compreender a escola, os professores e, claro, motivar para o estudo de modo a ajudar o seu filho a melhorar os resultados escolares.

Como é que um teste vocacional pode ajudar o seu filho?

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Como é que um teste vocacional pode ajudar o seu filho?

06. JAN. 2020

Ajudou o seu filho a dizer as primeiras palavras, a andar, a calçar as meias, apertar os atacadores dos sapatos, comer de faca e garfo, lavar os dentes, atravessar a rua… Mas agora deixe que seja um teste vocacional a ajudá-lo a escolher a sua profissão futura, sim? É verdade que não existem fórmulas mágicas que digam exatamente qual profissão que uma pessoa deve seguir, mas esta ferramenta de orientação profissional é a que mais se aproxima da bola de cristal de vidente, indicando as áreas com que ele tem maior afinidade conforme as suas qualidades, defeitos e habilidades. 

Se o seu filho está prestes a chegar ao final do 9º ano e ainda não sabe que área seguir ou se está a concluir o 12º ano e não escolheu o curso superior onde se vai inscrever, é hora de considerar um teste vocacional. É muito comum que um jovem tenha dificuldade em entender se tem um perfil para áreas humanas, biológicas ou exatas (entre outras), pelo que a solução é convencê-lo a conhecer-se melhor e a dar-se a conhecer a um psicólogo escolar que faça orientação profissional de forma a direcioná-lo para a carreira certa. Aquela que o vai realizar profissionalmente e deixá-lo feliz. E que mais pode uma mãe ou um pai desejar a um filho? 

O que é um teste vocacional?

Teste vocacional ou teste psicotécnico é uma técnica que tem por objetivo identificar uma série de características da personalidade de uma pessoa de modo a identificar, por sua vez, as suas aptidões e preferências, direcionando-a para uma área profissional existente no mercado de trabalho que combine melhor com o seu perfil.

Estes testes vocacionais são particularmente importantes para jovens de 9º ano com dúvidas sobre que área seguir no Ensino Secundário e para jovens no 12º ano com dúvidas sobre qual a profissão que querem exercer.

Porque é que o seu filho deve fazer um teste vocacional?

O seu filho deve fazer um teste vocacional para ter um norte a seguir em relação a uma profissão futura. Até porque esta orientação profissional, além de avaliar a personalidade, também auxilia o seu filho em momentos de incerteza, compreendendo os seus valores, habilidades e expectativas de modo a guiá-lo rumo a uma escolha responsável, assertiva e acertada. Uma escolha que mais tarde o satisfaça profissionalmente. 

Um teste vocacional ou teste psicotécnico, também pode ser uma forma de evitar mudanças de curso que podem obrigar o aluno a retroceder no ano de escolaridade o que, ainda assim, é bem melhor do que seguir a área errada e acabar a exercer uma profissão que causa desapontamento, angústia e frustração.

Claro que nem todos os alunos que fazem testes vocacionais ficam 100% seguros das escolhas que lhes apontam, até porque fatores externos podem ocasionar mudanças que condicionam as suas competências, mas que um teste psicotécnico é uma ferramenta importante, lá isso é! E ninguém perde nada em fazê-lo.

Como funcionam os testes vocacionais?

Basicamente, os testes vocacionais são realizados por um psicólogo e compostos por um conjunto de perguntas de escolha múltipla que identificam as forças e fragilidades de um aluno para chegar a uma conclusão sobre a(s) área(s) ou profissão mais indicada. Nesta equação entram os traços de personalidade do aluno, mas também a sua maturidade e os seus objetivos de vida. 

Quais os principais tipos de perfis?

Depois de realizar o teste vocacional, é provável que o seu filho seja enquadrado num dos 3 principais tipos de perfis que correspondem às grandes áreas do conhecimento, e que são:

Perfil de Ciências Humanas

Se o seu filho foi enquadrado num perfil de Ciências Humanas é porque é um jovem comunicativo com gosto pela leitura e jeito para escrever. Gosta de atividades culturais e revela apetência para discutir assuntos da atualidade.

Área a considerar: Recursos Humanos, Marketing, Direito, Jornalismo, Publicidade…

Perfil de Ciências Biológicas

Se o seu filho tem um perfil de Ciências Biológicas, gosta da área do conhecimento que explora os seres vivos e o meio ambiente, é muito aventureiro, curioso e revela vontade de fazer experiências para observar os resultados.

Área a considerar: Biologia, Medicina, Enfermagem, Educação Física…

Perfil de Ciências Exatas

Se o seu filho tem um perfil de Ciências Exatas, tem inclinação para o cálculo, facilidade de raciocínio lógico e vontade de resolver problemas.

Área a considerar: Engenharia, Física, Química, Matemática, Aeronáutica, Mecânica, Sistemas de Informação, Contabilidade…

Que fazer com o resultado do teste vocacional?

O que bem entender! Pode seguir o conselho e seguir o resultado apontado pelo teste vocacional, ou optar por outra saída profissional se o seu filho vir que os resultados não estão alinhados com as suas expectativas e sonhos futuros. E principalmente, se não vir atrativo nenhum nas profissões apontadas. Não é comum, mas pode acontecer que os resultados não sejam compatíveis com a personalidade do aluno, pois o ser humano tem uma grande complexidade. 

Caso as profissões apontadas interessem ao seu filho, instigue-o a pesquisar por mais informações sobre essas profissões que foram identificadas como as mais ajustadas ao seu perfil de modo a que ele escolha a que efetivamente é a mais acertada, com mais potencial para fazer dele, no futuro, um profissional competente e feliz. E havendo oportunidade, ele que converse e peça a opinião de pessoas que já se formaram e trabalham nessas áreas.

Onde fazer um teste vocacional?

Onde fazer um teste vocacional? Que pergunta! Aqui mesmo, no Colégio INED! Temos um serviço de Psicologia e Orientação Profissional que tem por objetivo acompanhar os alunos no processo de desenvolvimento da sua identidade pessoal e do seu projeto de vida, durante todo o percurso escolar. No INED, este serviço de Psicologia e Orientação Profissional é disponibilizado gratuitamente a todos os alunos que sejam indicados pelo professor titular, diretor de turma ou encarregado de educação.

Para mais informações sobre testes vocacionais e outros serviços do nosso gabinete de Psicologia e Orientação Profissional, clique aqui!

Uma nova imagem. O mesmo objetivo!

NOTÍCIAS

UMA NOVA IMAGEM. O MESMO OBJETIVO!

19. DEZ. 2019

À entrada para 2020, o Colégio INED apresenta a toda comunidade escolar uma nova imagem, mais moderna e mais inclusiva. No entanto, o nosso principal objetivo permanece inalterado: fornecer um serviço educativo de excelência, agora desenvolvido numa casa com uma imagem mais apelativa e abrangente.

Com uma liderança forte e um corpo docente estável e qualificado, o INED está mais do que nunca empenhado em preparar os seus alunos para uma integração plena na sociedade, pretendendo oferecer-lhes condições propícias ao desenvolvimento das suas potencialidades e à conquista de conhecimentos e competências que permitam a realização dos seus sonhos, tornando-os bons alunos, cidadãos exemplares e futuros profissionais de topo.

A apresentação da nova imagem e linha gráfica, em suportes físicos e digitais, acontece este mês de dezembro e pretende ir ao encontro das necessidades dos alunos e pais dos tempos modernos, atualizando as várias formas de comunicação entre escola e família.

O Colégio passou por um rebranding e agora tem uma nova imagem, de acordo com as últimas tendências em design e aposta em novas ferramentas de comunicação com pais e alunos. Agora, é possível encontrar o INED à distância de um clique com um novo site, onde a navegação é fluida e construída a pensar em toda a comunidade escolar. A casa virtual do INED foi renovada e foram incluídas novas funcionalidades para otimizar a experiência de consulta aos visitantes. Experimente! Navegue pelo novo site do INED e conheça a História e a Missão do Colégio, todo o Corpo Docente, as atividades, o Serviço de Psicologia, a zona da Comunidade INED, o Projeto Educativo e ainda o Blog, com conteúdos relevantes para qualquer pai ou mãe com filhos em idade escolar. Mas o INED não parou pelo site institucional, renovou também a sua presença em redes sociais para que os seus seguidores possam agora acompanhar a atividade do Colégio em tempo real e com ele interagir online, rápida e facilmente, através de sugestões e comentários.

Apesar do rebranding, desta nova identidade e forma de comunicar, o INED mantém as suas raízes e a missão que o move há mais de 20 anos: ser um estabelecimento de ensino particular focado em prestar um serviço educativo de excelência com elevado nível pedagógico e científico, num ambiente integrador e inclusivo, respeitando a individualidade de cada aluno e maximizando a relação entre colégio e comunidade escolar. 

Uma nova imagem. O mesmo objetivo!