Como lidar com crianças em isolamento

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Lidar com crianças em isolamento

17. MAR. 2020

A COVID-19 chegou a Portugal e estamos todos a aprender a lidar com a situação. Neste período de pandemia, uma das medidas de contenção passa pela restrição dos contactos sociais, incluindo o encerramento de escolas. Esta medida afeta milhares de crianças portuguesas que, aos poucos, têm de se adaptar a uma nova rotina de estudo e trabalho em casa. A si, resta-lhe agora entender qual é a melhor forma de lidar com crianças em isolamento.

Tendo em conta esta situação, é necessário tomar medidas para evitar a ansiedade e o isolamento social. Uma comunicação aberta com as crianças é essencial para esclarecer qualquer problema ou dúvida que apresentem. É importante motivar as crianças a manter um estilo de vida saudável em casa, promover atividades físicas (se possível), manter hábitos de sono e uma boa higiene pessoal de modo a evitar um  estilo de vida sedentário.

Informar para acalmar

Responder às perguntas, medos e preocupações das crianças é fundamental para que elas se sintam calmas.  É necessário adequar a informação à idade da criança, ou seja, procurar apenas aquilo que é relevante para a faixa etária, num discurso apropriado — fornecer informações sobre o que se passa, o motivo do isolamento e as instruções sobre como evitar o contágio. 
É comum muitas crianças fazerem perguntas e comentários sobre a situação. O trabalho dos pais é falar sem passar alarmismos. Desmistificar o conceito do vírus pode ajudar a criança a reduzir a sua ansiedade. Muitas das vezes o pânico é causado pela falta de conhecimento.
Segundo a Ordem dos Psicólogos, a cobertura mediática pode, em algumas situações, gerar o pânico por isso procure estar atualizado sobre o que se passa e recorra sempre a fontes de informação de instituições oficiais ( sites da DGS e OMS ou SNS24).

Manter rotinas e planear o dia

As crianças devem continuar os seus hábitos diários. Mantenha o número de horas de sono e de refeições, o tempo para estudar, brincar e ajudar em casa e os hábitos de higiene. A manutenção da rotina pode ajudar a diminuir a ansiedade causada pelas mudanças. Tal como na escola, há horários e rotinas a cumprir, numa situação de isolamento é necessário que a criança tenha uma rotina programada e um conjunto de atividades para fazer em casa.

Promover a atividade física e manter a exposição solar adequada

Sem educação física e atividades extra-curriculares, é importante que as crianças se mantenham ativas. Desde correr, saltar, subir e descer escadas ou jogar às apanhadas, a atividade física ajuda a reduzir os níveis de ansiedade e é essencial no desenvolvimento saudável e o reforço do sistema imunitário. Cada vez mais as crianças passam demasiado tempo em frente aos ecrãs e numa situação de isolamento é mais fácil cair nessa situação de sedentarismo. 
Se possível, faça parte dessas atividades no exterior para que o seu filho tenha alguma exposição solar. A exposição ao sol diária traz benefícios para a saúde uma vez que estimula a produção de vitamina D, que é essencial para diversas atividades do corpo, e a melanina, contribuindo para a prevenção de doenças e o aumento da sensação de bem-estar.

Manter contactos sociais à distância

Os familiares e amigos estão a uma chamada de distância. Existem muitas formas de colocar as crianças em contacto com aqueles que também estão em isolamento através dos dispositivos eletrónicos. O isolamento não é privação do contacto social.

Evitar contacto com grupos de risco

Considere diminuir o contacto pessoal com os avós do seu filho por pertencerem a um dos grupos com risco mais elevado. O contacto com portadores de doenças crónicas e outras pessoas com sistema imunitário debilitado, também deve ser repensado. No entanto, não se esqueça de explicar ao seu filho as razões destas medidas.

Procurar ser paciente

O isolamento e a incerteza podem gerar ansiedade e irritação. Tente oferecer apoio e tranquilidade. As crianças precisam de atenção e é muito importante que saibam que têm alguém que as ouve e está ali para lhes proteger.
Algumas crianças fazem perguntas ou comentários de uma forma frequente sobre a situação. Deste modo, é necessário transmitir a ideia de que a situação está a ser resolvida e que há medidas que podemos tomar para evitar ficarmos doentes. É importante ajudar as crianças a expressar os seus sentimentos e as suas preocupações. Transmita esperança e segurança. 
Se possível, e sentir essa necessidade, alterne o cuidado da criança com outra pessoa para que possa ter algum tempo de descanso e para si próprios.

Evitar idas ao hospital: SNS 24 em primeiro lugar

O hospital é um local ao qual deve recorrer apenas em situações de emergência. Muitos hospitais estão a cancelar consultas e cirurgias não urgentes, de modo a evitar a concentração de pessoas. 
Em caso de suspeita de infeção por COVID-19, ligue para a linha SNS24: 808 24 24 24 — antes de se dirigir a um hospital ou centro de saúde. Siga as recomendações dos profissionais de saúde.

Pode encontrar mais informações sobre a temática abordada neste artigo em:

Covid 19: Como lidar com uma situação de isolamento

Covid 19: Como explicar às crianças a importância das medidas de distanciamento social e isolamento

Estas são as dicas do Colégio INED para que consiga lidar com as crianças em isolamento e dar-lhes alguma da sua rotina mesmo que estando em casa.

Importância do sono no rendimento escolar

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BLOG INED

Importância do sono no rendimento escolar

12. MAR. 2020

Dormir não é apenas uma necessidade fisiológica: é uma função vital no desenvolvimento físico e psicossocial, e por esse motivo todos os pais e encarregados de educação devem tomar consciência da importância do sono no rendimento escolar.

Muitas vezes o segredo para uma vida equilibrada está num ato tão simples e básico como dormir. Por isso, nos últimos anos têm-se feito bastantes pesquisas sobre a importância do sono no rendimento escolar que revelam que a falta de sono contribui para dificuldades na aprendizagem. É fácil de compreender que o cansaço afeta a capacidade de concentração nas aulas, e que como o sono é essencial para a consolidação da memória, o desempenho intelectual das crianças e jovens esteja a ser prejudicado pelo número de horas insuficientes que dormem. Mas, se estes argumentos são fáceis de compreender, já mandá-los para a cama é bem mais difícil, não é verdade? A televisão, a Internet, os jogos, os chats, as redes sociais… não ajudam a convencê-los a cumprir o horário para deitar e acordar. É sempre muito cedo para eles. Mas para si, e para outros encarregados de educação, não é cedo! Está mais que na hora de pôr em prática algumas dicas para uma rotina que não descure a importância do sono no rendimento escolar do seu filho. Mas antes disso…

Sabe o porquê da importância do sono no rendimento escolar?

Em primeiro lugar, o sono é fundamental para um bom rendimento escolar porque garante que o corpo do seu filho se mantém saudável. Só com um período de sono adequado à idade, é que ele combate o desgaste físico diário, pelo que, se dormir pouco, não consegue repor energias e acaba por ir para a escola com uma diminuição acentuada das suas capacidades cognitivas. Em segundo lugar, a falta de sono afeta os estudos e o rendimento escolar porque é durante o sono que acontecem vários processos metabólicos que consolidam o conhecimento. E um deles, na última etapa do sono (REM), é o responsável pela maior parte dos sonhos e pelo processamento e armazenamento dos conteúdos que se adquiriram nesse dia. Em terceiro lugar, dormir é fundamental também para se criar e guardar memórias de longo prazo, tão essenciais nos estudos. Logo, quando um jovem é interrompido na última etapa do sono, acaba por não conseguir transformar o conhecimento adquirido durante o dia numa memória consolidada. E, é por isso, que dormir pouco afeta os estudos: debilita a capacidade de absorver novos conteúdos, a memória e consolidação de conhecimentos. Daí a importância do sono no rendimento escolar, e estudos efetuados com crianças e jovens ao longos dos últimos anos, confirmam-no: quem dorme mais horas – ou as horas suficientes – é mais focado e rápido na resolução de atividades na escola!

Outros malefícios da falta de sono

  • Desgaste físico.
  • Stress e ansiedade.
  • Alterações de humor.
  • Cansaço, sonolência e lentidão.
  • Irritabilidade.
  • Perda de memória.
  • Diminuição da capacidade de defesa do sistema imunológico, ou seja, propensão para adoecer.
  • Problemas no sistema cardiovascular, quando a falta de sono se prolonga por vários anos.
  • Propensão para diabetes e obesidade.
  • Envelhecimento precoce.
  • Redução da qualidade de vida.

Mas afinal, quantas horas é que o meu filho deve dormir?

Depende da idade. É claro que as crianças, adolescentes e jovens em idade escolar necessitam de um período de sono mais longo que os adultos, mas o número de horas que devem dormir todos os dias varia e diminui ao longo da vida (de acordo com a National Sleep Foundation):

  • Dos 6 aos 13 anos, precisam de dormir 9 a 11 horas.
  • Dos 14 aos 17 anos, precisam de dormir 8 a 10 horas.
  • A partir dos 18 anos, 7 a 9 horas por dia até aos 65 anos, idade a partir da qual bastam 7 a 8 horas de sono. Dos 6 aos 13 anos precisam de dormir 9 a 11 horas.

O problema é que as horas de sono têm vindo a diminuir desde o aparecimento da eletricidade. E nos tempos que correm, com a generalização da Internet, os adolescentes efetivamente dormem menos do que é aconselhado, e esse défice de sono pode ter consequências graves para a sua saúde e rendimento escolar. Basicamente, com tantos jogos e redes sociais para explorar no smartphone à noite, não se querem deitar cedo, mesmo que no dia seguinte tenham de acordar cedo para ir para a escola (não esqueçamos que em anos mais avançados as aulas começam entre as 8.00h e as 8.30h). Resultado? Os adolescentes que se deitam tarde, acabam por dormir menos horas do que as que realmente precisavam e acordam cansados. E isso pode refletir-se de forma negativa no rendimento escolar.

Como ajudar o seu filho a criar uma rotina de sono adequada à sua idade?

Claro que já tentou mandar o seu filho para a cama mais cedo e em resposta ouviu-o reclamar: “tão cedo?”, “já vou!”, “ainda não tenho sono”, “só mais um bocadinho”… É verdade que os argumentos do seu filho são fracos, mas você lá vai cedendo… até que se depara com artigos como este sobre a importância do sono no rendimento escolar e resolve, de uma vez por todas, incutir no seu filho uma rotina de sono adequada à idade! E faz muito bem! É hora de definir regras e fazer com que o seu filho as cumpra. Naturalmente que pode haver lugar para alguma flexibilidade, mas a regra deverá ser sempre… seguir estas regras:

  • Defina, em conjunto com o seu filho, uma hora para ele se deitar e acordar (sensivelmente a mesma hora todos os dias e com poucas variações ao fim de semana). E explique-lhe por que é que deve dormir X horas por dia!
  • Verifique se o jantar não inclui alimentos ou bebidas estimulantes que possam prejudicar uma boa noite de sono.
  • Evite que o seu filho faça atividades desportivas vigorosas nas duas horas antes de ir dormir.
  • Evite também que o seu filho fique em frente a um ecrã (seja de televisão, computador ou telefone) depois do jantar. Se não conseguir de todo, pelo menos garanta que os equipamentos eletrónicos são desligados meia hora antes de ele adormecer, no mínimo. E, se for possível, mantenha os equipamentos fora do quarto durante a noite.
  • Zele para que, à hora de deitar, o quarto do seu filho tenha um ambiente tranquilo, silencioso, escuro e uma temperatura amena.
  • E, quando ele acordar, não se esqueça que um bom pequeno-almoço também é fundamental para repor a energia necessária para as suas atividades da parte da manhã. De resto, uma alimentação saudável, secundada pela prática de exercício regular, ajuda sempre a manter uma boa rotina de sono!

A este respeito, aproveite para ler também o nosso artigo: “Lanches saudáveis para levar para a escola: como escolher, como preparar, como diversificar”.

Estes são os conselhos do Colégio INED para uma boa rotina de sono que garanta o bem-estar físico e emocional do seu filho e, claro, os bons resultados escolares!

Saiba como escolher um colégio para o seu filho!

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E de repente… já no 5.º ano? Saiba como escolher um colégio para o seu filho!

5. MAR. 2020

O 1.º ciclo a terminar, o seu filho a caminhar a passos largos para o 5.º ano, e você… ainda não conseguiu escolher um colégio para o matricular no próximo ano letivo? Está absorto em dúvidas em relação à oferta, mas com uma certeza em relação à procura: o seu filho deve continuar feliz e empenhado nos estudos? Então, a questão é onde e porquê! E nós podemos ajudar!

Antes de escolher um colégio para o seu filho, entenda que não existe uma escola ideal, mas existe – seguramente – a escola ideal para ele. Aquela que melhor se encaixa no perfil da criança e também nos valores adotados pela sua família. É uma questão de não poupar esforços nas suas pesquisas, porque tempo já vai conseguir poupar se ler este artigo e tomar nota das dicas para escolher um colégio para o seu filho de forma tranquila e segura.

Missão do colégio

Quando à partida todos os colégios privados lhe parecem iguais, à exceção do uniforme trajado pelos alunos, o melhor é mesmo começar por procurar pela missão de cada um deles. Isso porque a missão do colégio é o primeiro elemento distintivo já que define os valores e os propósitos no sistema de educação. O ideal é escolher um colégio particular cujos valores estejam alinhados com os valores da sua família e com a educação que deseja para o seu filho.

Corpo docente do colégio

Os professores são a base do sucesso de um colégio por isso é legitimo que procure por um colégio privado com um corpo docente capacitado e habilitado, de modo que o seu filho se mantenha motivado e empenhado em tirar os melhores resultados escolares possíveis. Mas será que todos os colégios têm um grupo de professores altamente qualificado? O melhor é mesmo pesquisar para obter uma resposta a essa pergunta! Pode começar, precisamente, pela missão do colégio, pois à partida os valores de cada instituição são levados em linha de conta na hora de recrutar os professores. Há, ainda, outra questão importante: a rotatividade. Embora não seja garante de qualidade, a verdade é que um colégio privado com um corpo docente estável, com pessoas que fazem parte da mesma equipa há anos, dá mais garantias de boas condições de trabalho.

O corpo docente que conduz o processo de ensino no nosso colégio particular no Porto, tem largos anos de experiência na promoção de medidas de caráter pedagógico que estimulam o desenvolvimento harmonioso da educação, quer nas atividades dentro da sala de aula, quer noutras atividades do INED. Além disso, rege-se por um conjunto de valores humanos – entre os quais se destaca o respeito – que permite gerar empatia, conduzindo a excelentes relações interpessoais entre alunos e professores.

Projeto educativo do colégio

O terceiro ponto a avaliar na hora de escolher um colégio particular para o seu filho, é o projeto educativo. Não pense que são todos iguais! Há alguma uniformização, com a mesma oferta do ensino público, mas a verdade é que os colégios particulares investem em projetos educativos de excelência. Isso significa que investem em docentes, ferramentas e ambientes que permitem oferecer aos alunos, uma formação escolar de topo, que vá além da Matemática e do Português, mas também uma formação socioemocional que permita que sejam bons estudantes e boas pessoas!
Por isso, antes de pagar a inscrição do seu filho, consulte o projeto educativo do colégio e analise a sua proposta, incluindo atividades extracurriculares e outros eventos.

O Projeto Educativo do Colégio INED privilegia a aprendizagem mediante um diálogo consistente e permanente entre cultura humanística e científica, acompanhando a par e passo as mudanças sociais e os desafios emergentes das novas gerações. Trata-se de um modelo educativo inovador e individualizado ao nível dos métodos de ensino, ofertas complementares e flexibilidade curricular.

Localização do colégio

É claro que a localização do colégio conta! À partida quanto mais próximo for da sua casa ou local de trabalho, melhor, mas que esse não seja o único critério de seleção no momento em que está a escolher um colégio para o seu filho! A maior parte das instituições de ensino particular, disponibiliza um serviço de transporte para agilizar e facilitar as deslocações.

Instalações do colégio

Não hesite em marcar uma visita para conhecer os colégios onde está a considerar matricular o seu filho. Não só as infraestruturas, mas também os alunos, professores e auxiliares de educação. Repare na atenção dada às crianças, na segurança, higiene, qualidade das refeições, espaço para a prática de desportos, oficina de artes, biblioteca, recreio, jardim, etc.

Referências de outros pais e alunos

Se nem a visita ao colégio privado ajudou na tomada de decisão, aceite uma última sugestão: procure referências junto de outros pais e encarregados de educação. Se conseguir chegar a pais e à alunos que já frequentam o colégio, e trocar umas palavras com eles, obtém uma série de informações válidas que o podem ajudar a decidir: da rotina no colégio à alimentação, passando pelo ambiente em sala de aula, uniforme, alimentação, professores, visitas de estudo, atividades extracurriculares, etc.
É verdade que a Internet lhe permite recolher muitas informações sobre diferentes colégios privados, mas o passa-a-palavra ainda é um grande aliado na promoção de um estabelecimento de ensino.

Da missão do colégio às referências de outros pais, passando pelo corpo docente, projeto educativo, localização e instalações… ficou com dicas suficientes para escolher o melhor colégio para o seu filho. Aquele onde ele se vai sentir feliz! Aquele de onde ele vai sair preparado para entrar na universidade e, mais tarde, para entrar para o mundo real do trabalho. Agende já a sua visita para conhecer o Colégio INED e confirme estas dicas.

Lanches saudáveis para levar para a escola

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Lanches saudáveis para levar para a escola: como escolher, como preparar, como diversificar

27. FEV. 2020

Hoje o seu filho respira energia, mas será um adulto sadio amanhã? Claro que sim! Se lhe continuar a preparar lanches saudáveis para levar para a escola, sensibilizando-o para os benefícios de uma alimentação equilibrada, tem meio caminho andado para garantir o seu bem-estar hoje… e amanhã.

Porém, preparar lanches saudáveis para levar para a escola puxa pela imaginação de qualquer pai ou mãe que queira ver o filho saciado a meio da manhã e/ou da tarde quando a fome aperta e, ao mesmo tempo, queira garantir que se alimenta de forma adequada à sua idade. E é aqui que alguns pais começam a ceder, pois, é mais fácil encontrar ideias para merendas com produtos açucarados e ricos em sal e ceder às súplicas dos filhos que, por falta de maturidade, preferem os doces à fruta, o sumo ao leite, o bollycao ao pão de centeio com queijo magro. Muitas vezes, as crianças ainda não percebem que merecem mais do que isso. Mas felizmente percebeu e até está a procurar por ideias para lanches saudáveis que zelem pela saúde dos seus filhos e evitem problemas decorrentes do excesso de peso, como diabetes, hipertensão ou doenças cardiovasculares.

Lanches saudáveis para levar para a escola: como e porquê?

Segundo a Associação Portuguesa de Nutricionistas, uma alimentação saudável é fundamental para um bom desenvolvimento físico e intelectual. Além de promover a saúde e o bem-estar geral, garante os nutrientes necessários para o seu filho poder desempenhar as suas atividades com energia: assistir às aulas, fazer os trabalhos de casa, estudar, praticar desporto e dedicar-se a outros afazeres.

E por falar em atividades, talvez esteja interessado em ler também o nosso artigo sobre quais as melhores atividades extracurriculares para o seu filho. Clique aqui!

Oferecer lanches saudáveis, é também uma forma de incentivar o seu filho a ter uma alimentação mais equilibrada durante toda a vida. Contudo, o que parece simples, nem sempre é. Por vários motivos, dos quais destacamos dois: as crianças ficam contrariadas, até porque há sempre um colega que leva um doce de fazer inveja, e ficam entediadas com lanches saudáveis repetitivos. Por isso, deve educar o seu filho para uma alimentação saudável em primeiro lugar e, em segundo lugar, deve tentar diversificar a merenda sem perder o foco na alimentação saudável, ou seja, enviar todos os dias um lanche diferente, mas equilibrado e de preferência atrativo para o seu filho. Isso é possível? É, sim! Há muitas opções e combinações simples, saudáveis e rápidas de preparar, com baixos níveis de açúcar, gorduras e sal, e bem saborosas!

Lanches saudáveis: o que devem conter?

Seja para comer a meio da manhã ou da tarde, os lanches do seu filho devem ter alto valor nutricional e, por isso, incluir três grupos alimentares distintos:

  • proteínas (leite, iogurte, queijo…)
  • reguladores (frutas e verduras)
  • energéticos (pão, bolachas…)

Se vai alterar o lanche do seu filho e introduzir agora uma alimentação mais saudável, lembre-se de começar gradualmente, com os três grupos de alimentos que referimos, mas de acordo com opções de lanches às quais ele já esteja habituado. Por exemplo, se o seu filho gosta de pão com fiambre, prepare-lhe um pão com fiambre como de costume e só depois passe ao pão de centeio com fiambre de peru, por exemplo. Se ele gosta de leite com chocolate, vá intercalando o leite achocolatado com leite meio gordo e iogurte natural. Mas não deixe de colocar na mochila uma garrafa de água para hidratar nem uma peça de fruta, é importante criar esse hábito, mas opte por frutas que o seu filho gosta.
E na posse desta informação, pode então continuar a ler este artigo para conhecer as nossas sugestões para lanches saudáveis para levar para a escola ou para o colégio privado e que são, além do mais, relativamente económicas e fáceis de preparar.

Sugestões para lanches saudáveis: o que colocar na lancheira?

Como já percebeu, a lancheira do seu filho deve conter uma fonte de proteína, um hidrato de carbono, uma fruta ou leguminosa e uma bebida. Este é o esquema que precisa de seguir para preparar lanches saudáveis para levar para a escola, diversificados e apetitosos!

  • Leite meio gordo + 3 bolachas Maria + laranja
  • Leite achocolatado + pão integral com fiambre de peru + morangos
  • Leite meio gordo + pão de centeio com queijo magro + maçã
  • Iogurte líquido + pão de centeio com fiambre + pêssego
  • Sumo natural + barra de cereais + banana
  • Iogurte líquido + pão integral com queijo fresco + pera
  • Iogurte sólido + pão de mistura com fiambre + banana
  • Sumo natural + pão com queijo flamengo
  • Iogurte de aromas + 3 bolachas Maria + cenoura em palitos
  • Iogure líquido + pão com queijo + melão
  • Leite meio gordo + pão com fiambre + maçã
  • Leite meio gordo + pão de mistura com marmelada
  • Leite meio gordo + pão integral com fiambre de peru e alface + morangos
  • Iogurte líquido + 3 bolachas Maria + pera
  • Leite meio gordo + 2 bolachas Torrada + triângulo de queijo + banana
  • Iogurte líquido + 3 bolachas Maria ou Torrada + pera
  • Sumo natural + pão com requeijão + kiwi
  • Iogurte natural + fatia de bolo simples + laranja
  • Leite achocolatado + 3 bolachas Maria + maçã
  • Iogurte de aromas + 4 bolachas de água e sal + pêssego
  • Leite meio gordo + barra de cereais + morangos
  • Iogurte natural + salada de frutas
  • Sumo natural + 4 bolachas de aveia + maçã
  • 1 ovo cozido + 4 bolachas de água e sal + banana

Gostou das sugestões para lanches saudáveis para levar para a escola? 
Agora não se esqueça de abrir uma exceção de vez em quando. Uma vez por semana, por exemplo, a merenda que o seu filho leva para a escola ou para o colégio privado, pode ser menos saudável, desde que não perca o foco! Colocar batatas fritas, bolachas de chocolate e um refrigerante na lancheira já não é opção. É verdade que estes produtos já vêm embalados e até são mais baratos, mas a saúde do seu filho está em primeiro lugar. Conservantes, açúcares e gorduras não são indicados para ninguém, muito menos para crianças e adolescentes em fase de crescimento.

E quanto ao almoço, pode ficar descansado que no Colégio INED a ementa é sempre equilibrada e estudada para a correta nutrição dos nossos alunos: todas as refeições incluem sopa, prato principal (carne, peixe, comida vegetariana ou um prato dieta), iogurte e fruta ou doce.

Vantagens do uniforme escolar: todos diferentes, todos iguais!

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Vantagens do uniforme escolar: todos diferentes, todos iguais!

20. FEV. 2020

– Mãe, o que é que visto hoje?
Falar das vantagens do uniforme escolar é falar da Beatriz que quando se levanta já não tem de se preocupar com a roupa que vai vestir nem tomar o pequeno-almoço à pressa porque demorou mais tempo do que devia a preparar a toilette. Mas também é falar do João que ganhou responsabilidade com o sentido de pertença intrínseco ao uso de uniforme escolar. E do Luís, agora tão disciplinado. E da Filipa…

Não há como negar as várias vantagens do uniforme escolar. Da igualdade à praticidade, passando pela disciplina, identificação e economia. É verdade que muitos alunos ficam contrariados por não poderem vestir o que bem entendem para ir às aulas. E muitos pais acreditam que uma farda retira a identidade própria aos filhos, mas outros – muitos outros! – são 100% a favor desta forma de fomentar a tradição da escola e conferir alguma igualdade e disciplina dentro do colégio (e até fora dele). Além disso, não negam que uma farda descomplica a rotina matinal. E que bom que é verem as suas crianças a vestirem-se sozinhas, tomarem o pequeno-almoço tranquilamente e sem chegar tarde ao colégio!

Vantagens do uniforme escolar | Um pouco de história…

O uniforme escolar, esse padrão que identifica os alunos de determinado colégio ou escola, teve a sua origem logo nos primórdios da humanidade, quando as tribos se diferenciavam umas das outras através das vestes: peles de bisonte, búfalo ou cordeiro, por exemplo. Contudo, a sua difusão costuma ligar-se a uma época bem mais recente, século XIX, quando o exército se uniformizou e a ideia depressa começou a ser imitada em estabelecimentos de ensino através de vestes próprias. É evidente que hoje não falamos de peles nem de fardas verdes, mas sim de conjuntos bem catitas, compostos por calças ou saia, camisola, camisa ou t-shirt, meia e em alguns casos até sapatos ou ténis diferenciados! 
A necessidade de identificar e diferenciar os alunos é comum em muitos estabelecimentos de ensino. Só em Portugal, estima-se que cerca de uma centena de escolas e colégios privados tenham adotado o uniforme escolar e a tendência – diz-se – é para aumentar. Porquê? Porque o uniforme aumenta o orgulho de pertença a uma comunidade escolar, reforça a identidade, anula as diferenciações criadas com base nas marcas e promove a disciplina. É verdade! Quando foram criados, os uniformes escolares tinham por objetivo representar a tradição da escola através de uma ou duas cores e um logótipo, mas atualmente também promovem a disciplina e a igualdade, entre outros valores. São uma espécie de remédio santo para um comportamento escolar (mais) exemplar: onde a diferenciação se perde em saias de xadrez e calça caqui. Na mesma cor. No mesmo corte. No mesmo estilo. Na mesma marca.

Vantagens do uso de uniforme escolar | Quando a imposição é a melhor opção

Antes de avançarmos com a lista de vantagens do uso de uniforme escolar, importa frisar que apesar da maioria das escolas públicas possuir equipamento próprio (pelo menos t-shirt com o nome da escola) para os alunos vestirem durante as aulas de Educação Física e em campeonatos desportivos interescolares, não é sobre esse tipo de uniforme que aqui vamos falar. O conceito de uniforme escolar é bem mais abrangente: é uma forma de vestir de carácter obrigatório em dias úteis, desde que os alunos entram nos portões da escola ou colégio privado, até que saem. É verdade que dito assim, parece uma imposição, mais do que uma tradição, mas não é! Existem várias vantagens do uso de uniforme escolar e vai agora conhecê-las:

Igualdade 

Possivelmente, a primeira vantagem do uniforme escolar salta à vista: igualdade! Quando todos os alunos do colégio particular se vestem da mesma forma não há discriminação, nem graçolas, nem conflitos, nem meninos com uma roupa fora de moda, nem meninas com roupas mais dispendiosas que as colegas. E o facto de não se poderem evidenciar diferenças através da roupa é benéfico, pois evita complexos de inferioridade e superioridade. No fundo, minimiza a vaidade e o desejo consumista e ainda zela pelo bom senso, evitando que as crianças e os jovens vistam roupa imprópria (ou pelo menos imprópria para a sua idade): roupa interior à vista, decotes pronunciados, calças descaídas, saltos altos, etc.

Identificação

O facto de se vestirem de igual faz com que os alunos que usam uniforme escolar sejam mais facilmente identificados por terceiros e até por professores, quando têm de sair do colégio privado, por exemplo, em visita de estudo.

Pertença

Além da igualdade e identificação, o uso de uniforme escolar garante um sentimento de pertença e para muitos colégios privados, esse é mesmo o principal motivo para o adotarem, simplesmente porque quando os alunos sentem que realmente pertencem a um grupo, a uma “família”, sentem-se mais seguros, confortáveis, amados e orgulhosos. Com todo o potencial para serem bons alunos e, no futuro, bons profissionais!

Praticidade

Há lá coisa mais prática do que vestir a “mesma” roupa todos os dias? Bom, para alguns estudantes esta não é propriamente uma vantagem, mas para outros, usar uniforme escolar é prático, sim, pois não precisam de se preocupar em comprar mais roupa para ir à escola, só para usar no fim de semana. Nem perdem tempo a escolher o que vestir pela manhã. Para os pais, claro está, também é um sossego.

Disciplina

A roupa que cada aluno usa nunca será motivo de distração no colégio privado, porque estão todos vestidos da mesma forma, pelo que o melhor é mesmo prestarem atenção à aula. É claro que os alunos encontrarão outras fontes de distração – não fossem alunos – mas a verdade é que o uniforme escolar está conotado com bom comportamento e cumprimento de regras. Inclusive, há quem diga que o uso de uniforme escolar incita as crianças e jovens a levarem o colégio mais a sério, e ajuda a manter a disciplina, a respeitar as regras. E isso porque os alunos de colégios particulares que usam uniforme, entendem que a escola é uma espécie de local sagrado onde têm de cumprir com certas normas, ao contrário do parque infantil, do centro comercial, do campo de futebol, da praia, da festa em casa de um amigo e até da discoteca!

Economia

Apesar de um uniforme escolar ser relativamente caro, se levarmos em linha de conta que tem qualidade e que cada peça dura muito tempo, por mais vezes que seja lavada, percebemos que o uso de uniforme escolar fica económico, sim. E isso sem falar do que se poupa em roupa comum, aquela que os alunos só vão precisar durante os fins de semana e férias escolares.

Segurança

Regra geral, os uniformes escolares – apesar de poderem parecer desconfortáveis – são fabricados com tecidos flexíveis para maior conforto e segurança, particularmente nas aulas de Educação Física.

Responsabilidade

Por fim, o uso diário do uniforme escolar leva os alunos a separarem convenientemente as horas de estudo das horas de descanso e diversão, e isso é sinal de grande responsabilidade.

Em todo o caso, a última análise cabe-lhe a si. Decida, em conjunto com o seu filho, se há mais prós ou contras no uso de uniforme escolar.

Aqui no Colégio INED os alunos vestem de boa vontade uniforme escolar: saia/calças azul escura, camisa branca e pulôver verde. Mas apesar de pertencerem orgulhosamente a um todo, cada um é uma individualidade que pode, se assim entender, demarcar-se através de bijuterias, adereços, relógios ou mochilas. O importante é respeitar um projeto pedagógico que visa manter a disciplina como formação integral dos estudantes, fomentar o asseio, eliminar a competição e unir num só grupo todos os alunos INED.

Melhores atividades extracurriculares para o seu filho

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BLOG INED

Melhores atividades extracurriculares para o seu filho

13. FEV. 2020

Quais as melhores atividades extracurriculares para o seu filho? Não sabemos. Se estava à espera de uma resposta exata, está no artigo errado. Porque aqui, o que vamos fazer não é dar-lhe uma resposta, mas mostrar-lhe o caminho para chegar a essa resposta em conjunto com o seu filho. Porque listar as atividades com mais procura e/ou comummente aceites como as mais interessantes e relevantes para o futuro das crianças, é pouco. Queremos mostrar-lhe como descobrir a forma ideal para o seu filho ocupar parte dos tempos livres e chegar a casa de sorriso estampado no rosto.

Dicas para escolher as melhores atividades extracurriculares para o seu filho

Com tanta oferta, do futebol ao surf, passando pelo ballet, canoagem, culinária, teatro, pintura, música e tantas outras… como é que vai escolher as melhores atividades extracurriculares para o seu filho? Que tal pegar no seu filho e num conjunto de atividades que entende interessantes, relacioná-las com os interesses e talentos pessoais dele e começar a fazer uma seleção com base no horário escolar e tempo disponível. E, já agora, com base também nas dicas que lhe vamos dar de seguida!

Como escolher as melhores atividades extracurriculares | Idade

Quando é que ele pode começar?
Será que é muito cedo?
Será que é muito tarde para se inscrever?

Sim, deve ter em atenção a faixa etária do seu filho. Se a atividade não for adequada à idade dele (seja ela qual for) pode acontecer que se desinteresse e queira desistir. 
Assim, para crianças do 1.º Ciclo, dos 6 aos 10 anos, recomendam-se atividades extracurriculares como as línguas, que devem ser encetadas por volta dos 6 anos, e atividades desportivas coletivas (futebol, basquetebol, voleibol, andebol…) para praticar desporto, claro, e, ao mesmo tempo, fomentar o trabalho em equipa e a socialização das crianças. 
Desportos individuais (natação, ballet, ténis, atletismo…) também são excelentes nestas idades porque aumentam o espírito de superação e a psicomotricidade. E, por fim, havendo queda para a música, dos 6 aos 10 anos, as crianças estão preparas para aprender a tocar um instrumento musical ou a cantar num coro, por exemplo.
No que toca ao 2.º e 3.º Ciclo, dos 10 aos 15 anos aproximadamente, recomendam-se – além ou em substituição das atividades praticadas desde o 1.º Ciclo – atividades extracurriculares intelectuais e motoras que, entretanto, tenham despertado o interesse dos jovens. Falamos de desportos coletivos, individuais e de aventura (como surf, BTT, canoagem…). Falamos da substituição do ballet pelo Hip-hop ou do basquetebol pelo karaté, se for caso disso. Falamos também de atividades que estimulem o intelecto: a continuidade das línguas, informática e música, são sempre uma mais-valia!

Como escolher as melhores atividades extracurriculares | Interesses pessoais

Eu gostava de o ver a jogar futebol, mas ele não gosta. Que fazer?
Na minha opinião, a natação é um desporto muito completo, mas ele prefere karaté…
Nos dias em que tem aula de música, fica ansioso. E agora?

Agora tem de respeitar os interesses pessoais do seu filho. Ninguém a censura por querer escolher uma atividade – ou duas – que entende melhor para a formação pessoal, social e/ou académica do seu filho, mas as atividades extracurriculares devem merecer a aprovação e o entusiasmo das crianças ou adolescentes. Afinal o primeiro objetivo é que se divirtam a fazer algo e não que se sintam na obrigação de fazer algo, não é verdade? Por isso, tenha em conta as características pessoais do seu filho: é comunicativo ou mais reservado? Gosta de desporto ou prefere música? Precisa de gastar energia no karaté ou relaxar numa aula de ioga? Atividades extracurriculares escolhidas unicamente com base nos interesses dos pais, é que não! Porque corre o risco do seu filho mostrar falta de habilidade para acompanhar a atividade, porque não se interessa por ela. Claro que isto não significa que não possa entusiasmá-lo com determinada atividade, até porque é importante que as crianças cresçam com interesses para além da escola. Mas deve tentar perceber se essa atividade o está a entusiasmar também!

Como escolher as melhores atividades extracurriculares | Futuro

As atividades extracurriculares são um passaporte para o sucesso individual, social e profissional das crianças?

Até são. Os pais estão sempre a pensar no futuro dos filhos e a escolha de uma atividade extracurricular pode refletir essa preocupação. E muitas vezes, pode e deve! Algumas atividades extracurriculares podem ter um peso importante no futuro dos jovens. Aprender uma segunda (ou terceira) língua é uma delas, pois quanto mais cedo for o contacto com um novo idioma, maior a facilidade em o aprender. O Inglês, por exemplo, é uma atividade que não cansa os miúdos, pois é lecionada de uma forma muito lúdica, mas permite-lhes melhores resultados escolares a esta disciplina.

O Colégio INED, por exemplo, iniciou este ano três novos projetos com vista a melhorar as competências dos alunos a Inglês: SPOT, Exames Cambridge e Once a Month. Mais informações, aqui!

Como escolher as melhores atividades extracurriculares | Experimentação

Ele diz que pode gostar de canoagem, mas…
Aulas de robótica? O que é isso?
Ballet só porque quer vestir um tutu? Hum!

Se o seu filho não tem a certeza sobre a atividade que gostava de frequentar, deixe-o experimentar. Muitas atividades até permitem frequência gratuita numa fase experimental, por isso aproveitem. Claro que uma aula ou duas podem não ser suficientes para a tomada de decisão, mas é melhor que nada e se lhe explicar que o gosto por vezes só surge com a continuidade, ele pode perceber se está a fazer um frete ou se, pelo contrário, está a ganhar entusiasmo.

Como escolher as melhores atividades extracurriculares | Tempo livre

O meu filho pode ter atividades extracurriculares todos os dias da semana?

Não convém. Duas a três vezes por semana é o suficiente. Não obrigue o seu filho a inscrever-se em muitas atividades escolares só para o manter ocupado ou para o afastar do smartphone, da consola ou da Internet. Atividades a mais, podem cansá-lo e até sobrecarregá-lo, influenciando negativamente o rendimento escolar e retirando-lhe tempo precioso para brincar. E quanto mais novo for, mais tempo livre deve ter. O aumento das atividades extracurriculares deve ser gradual e acontecer quando ele solicitar.

Tipos de atividades extracurriculares

Agora que conhece as nossas dicas para escolher as melhores atividades extracurriculares para o seu filho, é hora de se decidir entre uma grande multiplicidade de opções: futebol, natação, teatro, dança, música, pintura, robótica, inglês, catequese… Claro que pode limitar a lista às atividades que a escola ou o colégio do seu filho oferece, mas nada o impede de investir em atividades fora da escola, particularmente se procura por algo mais específico, como culinária ou xadrez.
O que importa é valorizar a componente de superação pessoal que qualquer atividade tem, bem como a componente de diversão. E é quanto basta, porque atividades extracurriculares que são extensões da escola podem causar stress e ansiedade. Ao invés, a lista com os principais categorias de atividades extracurriculares que vamos mostrar de seguida, tem tudo o que é preciso para manter os participantes em constante evolução, equilibrando entretenimento com ensinamento.

Atividades extracurriculares desportivas

Sejam individuais ou em grupo, convencionais ou radicais, as atividades desportivas são excelentes para complementar a disciplina de Educação Física, promovendo um estilo de vida saudável, mas também desenvolvendo a coordenação e concentração e melhorando a forma de lidar com a frustração. O futebol é o predileto dos meninos, o ballet das meninas. O basquetebol, andebol, vólei e ginástica merecem as preferências dos adolescentes, mas a verdade é que há uma infinidade de possibilidades no que toca a atividades extracurriculares desportivas: karaté, natação, ténis, dança, ioga, canoagem, surf, escalada…

Atividades extracurriculares artísticas

Nas atividades extracurriculares artísticas, o seu filho não puxa tanto pelo físico, é verdade, mas puxa pela mente, pela imaginação! Estas atividades são excelentes para melhorar a motricidade fina, estimular a sensibilidade e desenvolver a criatividade. Algumas atividades extracurriculares artísticas podem ser iniciadas quando a criança é pequena (dos 4 aos 6 anos), como a música e canto. Outras requerem alguma maturidade, como o teatro. 
Além da música, canto e teatro, existem mais atividades extracurriculares artísticas como desenho, pintura, poesia, fotografia…

Atividades extracurriculares académicas

Dentro do leque de atividades extracurriculares académicas, reinam as línguas (inglês, espanhol, francês, mandarim…), mas existem outras alternativas relacionadas com a ciência, com a matemática, com o português, etc. 
Seja qual for a opção do seu filho, uma atividade extracurricular académica consolida os conhecimentos adquiridos em sala de aula e melhora as competências  em algumas matérias.

Conheça algumas das atividades internas do Colégio INED

Ultrapassar a ansiedade na apresentação de trabalhos

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BLOG INED

Como ajudar o seu filho a ultrapassar a ansiedade na apresentação de trabalhos escolares

06. FEV. 2020

Se você que é adulto sente aquele friozinho na barriga quando tem de fazer uma apresentação, imagine o seu filho! Nenhum jovem gosta de estar exposto e ser avaliado por aqueles cujas opiniões mais valoriza, os colegas! E, é por isso, que certos alunos desenvolvem ansiedade na apresentação de trabalhos escolares. A verdade é que, mais tarde ou mais cedo, acabam por atingir um equilíbrio emocional que os ajuda a controlar as suas emoções quando falam em público. Mas quanto mais cedo isso acontecer, melhor, não é verdade?

Seja por timidez, seja por insegurança, a ansiedade na apresentação de trabalhos escolares afeta muitas crianças e jovens, e o facto de as suas emoções poderem atrair notas mais baixas é o de menos aqui. O maior problema é mesmo perpetuar a situação indefinidamente. Não deixe que isso aconteça! Numa idade em que o seu filho está inseguro e com um grande receio de falhar, atente nas nossas dicas para o ajudar a ultrapassar a ansiedade na apresentação de trabalhos escolares e mostrar mais confiança, melhorando o seu desempenho, ganhando a admiração dos colegas e professores e, claro, obtendo as melhores notas possíveis!

Transmita segurança. Faça com que o seu filho se sinta amado

Para ajudar o seu filho a deixar de sentir ansiedade na apresentação de trabalhos escolares, tem de trabalhar a sua segurança. Isto, porque uma criança ou jovem que se sente seguro, amado e acompanhado, tem mais hipóteses de não sentir aquele nervoso miudinho. Nesse sentido, converse com o seu filho e passe mais tempo com ele, faça o que for preciso para que sinta segurança e ganhe mais confiança! Para que saiba que mesmo quando comete erros, pode voltar para casa onde é estimado. E se mesmo assim, essa ansiedade na apresentação de trabalhos escolares não diminuir, não hesite em recorrer à ajuda de um psicólogo.

Não o deixe decorar. Incentive-o a compreender o assunto

Fique alerta porque, na tentativa de ultrapassar ansiedade na apresentação de trabalhos escolares, o seu filho pode estar a decorar o que tem de dizer e a ficar cada vez mais nervoso porque antevê que se possa esquecer de alguma coisa. E, efetivamente, se estiver nervoso, a probabilidade de se engasgar e de se esquecer de metade do texto que tinha decorado é grande, e isso só vai fazer com que num próximo trabalho a ansiedade seja ainda mais asfixiante. Então, a solução é fazê-lo entender que tem de estudar o conteúdo que vai apresentar e entender bem o que vai transmitir. Assim, além de conseguir entusiasmar os colegas com a apresentação, se se esquecer de alguma coisa, consegue improvisar. E, se for interpelado pelo professor ou por um colega, consegue responder! Com o tema bem dominado, a segurança será maior e assim ele será capaz de controlar a ansiedade.

Nada de improvisos. Ajude-o a planear a apresentação

Se a apresentação (individual ou em grupo) for bem planeada de forma a revelar coerência e interesse e envolver a audiência, o seu filho vai conseguir descontrair. Por isso, ajude-o a pensar numa forma de fazer a apresentação de acordo com o tema e tempo disponível, mas também tendo em conta os recursos que pode usar para prender a atenção dos colegas e do professor. A divisão entre introdução, desenvolvimento e conclusão é fundamental, sim, mas dentro de cada um destes itens, devem existir recursos, como slides, para fazer uma abordagem interessante. Copiar e colar textos retirados da Internet é que não!

Jogue pelo seguro. Ensaie a apresentação com o seu filho

Incentive o seu filho a ensaiar a apresentação em voz alta e ofereça-se para assistir ao ensaio assim que ele lhe diga que está preparado. E, claro, avise-o de que não se trata de decorar um texto, trata-se – como já indicámos – de expor o conteúdo da forma como o entendeu, cronometrando o tempo para não se alongar e recorrendo, se necessário, a uma “cábula” com os tópicos da apresentação para não se esquecer de nada. Se ele seguir o plano é bem capaz de controlar a ansiedade na apresentação de trabalhos escolares.

Ler, nem pensar! Afaste o seu filho de apresentações monótonas

Seguramente que o seu filho vai dizer que a melhor forma de não se esquecer de nada durante a apresentação, é ler o texto. Mas essa estratégia adotada por alunos mais ansiosos ou tímidos nunca deu bom resultado porque, é uma forma de camuflar o problema: um problema que se vai repetir na próxima apresentação de um trabalho escolar! Ao invés, se ele conseguir evitar uma apresentação monótona e desinteressante, como uma apresentação lida, consegue ter melhor nota no trabalho e sair da sala de aula mais confiante.

Comunicação não verbal? Também precisa de atenção

E, agora que o seu filho planeou e ensaiou a apresentação, compreendeu o conteúdo e percebeu que não é preciso recitá-lo, é hora de falar-lhe nos aspetos não verbais da apresentação de trabalhos escolares. É natural que sendo uma criança ansiosa tenha tendência a revelar nervosismo, repetindo gestos, balançando-se, corando, tremendo das mãos, suando, olhando para o chão… Mas esses comportamentos podem comprometer a apresentação, por muito bem planeada que tenha sido, e é por isso que deve auxiliá-lo a não deixar o nervosismo transparecer por meio desses gestos, controlando a sua ansiedade na apresentação de trabalhos escolares. E mais uma vez, é uma questão de treino! No aconchego do lar ele será capaz de melhor harmonizar a fala e a postura, conseguir fazer uma boa apresentação e evitar a ansiedade em trabalhos futuros.

Respiração, meditação, exercício físico… Desenvolva técnicas de relaxamento com o seu filho

Hoje são as apresentações de trabalhos escolares, amanhã as entrevistas de emprego… e, por aí fora! Por isso, o ideal é desenvolver técnicas de relaxamento com o seu filho que possam ser úteis durante toda a vida, como técnicas de respiração, meditação ou atividades desportivas. É importante que ele reconheça quais são os episódios que lhe causam ansiedade para depois controlar os seus sentimentos e conseguir relaxar.

Não se aborreça. Para a próxima será melhor!

Se o esforço do seu filho não surtir efeito e ele voltar a mostrar ansiedade e insegurança durante a apresentação do trabalho escolar, desvalorize. O que mais importa agora é conseguirem falar sobre o assunto, avaliarem os erros cometidos e aprenderem com eles. Elogie-o na mesma, porque apesar de não ter sido desta, o seu filho mostrou alguma coragem para ultrapassar o nervosismo da apresentação. Não o deixe chegar à conclusão de que não tem jeito para apresentar trabalhos. Com o tempo, ele chega lá.

O apoio dos pais é fundamental para evitar a ansiedade nas apresentações de trabalhos escolares: compreensão, carinho, segurança e uma boa dose de paciência… eis o que precisa para ajudar o seu filho a relaxar!

Em todo o caso, pode sempre recorrer ao Serviço de Psicologia do Colégio INED que identifica alunos com necessidades de acompanhamento no seu projeto de vida e desenvolvimento pessoal e ajuda-os a ultrapassar as dificuldades.

Ensino Público ou Privado: Qual a melhor opção?

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BLOG INED

ENSINO PÚBLICO OU PRIVADO: QUAL A MELHOR OPÇÃO?

30. JAN. 2020

É um dos maiores dilemas dos encarregados de educação. Alvo de debate em praça pública. Falamos da escolha entre ensino público ou privado, que se reacende a cada novo ano letivo quando os pais têm de tomar uma (grande) decisão em nome dos filhos.

Ensino público ou privado? É ótimo ter a liberdade de escolha para inscrever o seu filho na escola certa, mas essa decisão causa sempre grande ansiedade porque, no que diz respeito aos estudos, chegar à melhor opção não é fácil. Em primeiro lugar, porque não existe uma escola ideal que sirva da mesma forma todos os alunos. Em segundo lugar, porque como cada caso é um caso, tem de analisar os interesses e as preferências do seu filho antes de decidir que (em terceiro lugar) deve levar também em linha de conta os seus desejos, exigências e o equilíbrio da família. Enfim, é um verdadeiro desafio escolher entre ensino público ou privado. E, pior ainda é viver com essa escolha, interrogando-se constantemente: “e se…”
Aceita um conselho? Não arrisque no que toca ao futuro do seu filho! Leia este artigo e saiba tudo o que deve considerar antes de escolher entre uma escola pública ou privada.

Ensino público ou privado: como escolher?

Se o ensino público e ensino privado não tivessem ambos vantagens e desvantagens a escolha tornava-se mais simples. Mas, como são dois sistemas com claros benefícios para os alunos, a decisão recai sobre si que tem de identificar aquele que melhor se ajusta aos interesses do seu filho e da sua família. O investimento financeiro tem de ser avaliado, sim, mas nesta equação entram mais variáveis como a localização, horário, transporte, segurança, corpo docente, projeto educativo, atividades extracurriculares e outros pontos a analisar para escolher entre ensino público e ensino privado. Vamos conhecê-los?

Avalie o esforço financeiro

Todas as pessoas sabem que os colégios privados cobram mensalidades relativamente elevadas, enquanto as escolas públicas são, por assim dizer, gratuitas. Isso não significa que as famílias abastadas tenham os seus filhos a estudar em colégios e as famílias mais carenciadas, em escolas públicas. Há casos de pessoas com grande liberdade económica que preferem ter os filhos a estudar no público e de outras que com grande esforço, os colocam em colégios privados. Por isso, há que fazer contas. Se a sua situação financeira o permitir, considere um colégio, mas se corre o risco de endividamento só para ter o seu filho no privado, lembre-se que os benefícios que daí advirão podem não compensar um desequilíbrio familiar, que irá acabar por os afetar a todos.

Compare a localização, horário e transporte

Para conseguir decidir entre ensino público ou privado também deve avaliar a proximidade das instituições com a zona onde vive, o horário e ainda os meios de transporte, sejam públicos ou privados. Por outras palavras, se tem forma de levar e ir buscar por meios próprios o seu filho ao colégio ou de pagar o transporte privado, é natural que estes itens não sejam de grande monta. Mas, se o colégio fica longe da sua área de residência e não tem forma de delegar o transporte, é possível que não seja a melhor opção para o seu filho. Por outro lado, se o seu horário de expediente é complicado, inscrever o seu filho numa escola pública é sempre um risco porque os horários são mais limitados do que os dos colégios particulares, onde alguém ficará a tomar conta dele até chegar do trabalho.

Visite os estabelecimentos de ensino

Ver para crer! É verdade que no ensino público as visitas dos pais à escola não são comuns, mas são possíveis. Tal como é verdade que nos colégios essas visitas são, inclusive, instigadas de modo que os pais e encarregados de educação possam ver a possível futura escola dos filhos em pleno funcionamento e tomar nota das suas infraestruturas. Em ambos os casos, antes de decidir deve visitar as escolas que tem nos dois pratos da balança, de modo a constatar qual é a mais indicada para o seu filho. Aproveite a visita, também, para dar uma vista de olhos à cantina, aos laboratórios, ao ginásio e para falar com alguém da direção ou até com funcionários, alunos e professores da escola, de modo a sair com uma opinião formada.

Verifique se a escola é segura

Seja uma escola pública ou privada, o seu filho vai lá estar durante várias horas por dia, correto? Nesse sentido convém escolher um local onde ele se sinta bem, mas que lhe garanta a si que está seguro. A visita à escola pode ajudar a verificar a questão da segurança (e já agora também da higiene), mas não se fique por aí: pesquise em fóruns na Internet e fale com outros pais que tenham os filhos a estudar nas escolas que está a equacionar.

Descubra o corpo docente e qualidade de ensino

O seu filho merece os melhores professores e o melhor projeto educativo do mundo! Não poupe esforços na hora de descobrir quem são os professores que constituem o corpo docente da escola – seja pública ou privada – que está a considerar e peça para ler o seu projeto educativo. Os pais devem estar informados sobre o método de ensino da escola onde pretendem inscrever os filhos, incluindo atividades extracurriculares, planos individuais de acompanhamento e até número de alunos por turma.

Pesquise por mais informações

Com informações sobre escolas públicas e privadas a um clique de distância, não há motivo para deixar de fazer as suas pesquisas antes de tomar a grande decisão: ensino público ou privado? Da análise à oferta educativa às informações dos espaços, passando por elementos sobre o corpo docente, atividades extracurriculares, localização, horário, mensalidade e até testemunhos de ex-alunos… há um pouco de tudo na Internet. E, se for necessário, peça a opinião dos seus familiares e amigos ou de outras pessoas que já tenham passado pelo mesmo impasse… com o tempo encontrará a escola mais adequada para o seu filho, seja essa privada ou pública.

Peça a opinião do seu filho

Mesmo que entenda que o seu filho ainda é pequeno para opinar e que deve ser você a tomar decisões por ele, é sempre boa ideia inquiri-lo sobre o assunto. Se não o escutar pode acontecer inscrevê-lo numa escola em que não se sente adaptado nem feliz, seja essa pública ou privada. E, bem sabemos que mais do que bem-sucedido profissionalmente, deseja que o seu filho seja feliz, não é verdade? Se estiver feliz e interessado em aprender, seguramente que lhe escolheu a melhor escola. Se pelo contrário, estiver desanimado e a apresentar notas escolares baixas, é caso para rever esta nossa lista com dicas para escolher entre escola pública e privada, porque é possível que não tenha acertado à primeira. Em todo o caso, lembre-se de que não é só a escola X ou o colégio Y que formam o aluno, o meio que o rodeia também interfere na sua motivação (ou falta dela) para estudar e ser, no futuro, um profissional competente e empenhado.

E por fim, lembre-se de que todos os pais querem para os filhos mais do que eles próprios tiveram, e isso leva-os muitas vezes a optarem por colégios particulares, embora não seja assim que devam fazer a escolha. Também devem ser considerados todos os pontos acima mencionados, tendo em atenção que tanto há alunos que apresentam excelentes resultados em escolas públicas como em colégios particulares. Ainda assim, também é verdade que as escolas privadas, regra geral, têm maior qualidade de ensino, professores mais envolvidos nos seus projetos educativos, grande foco no acompanhamento individual e uma oferta diversificada de atividades.

Decidiu inscrever o seu filho num colégio particular no Porto? Então convidamo-lo a marcar a sua visita ao Colégio INED. Teremos muito gosto em recebê-lo!

4 Dicas para proteger o seu filho dos perigos da Internet

proteger o seu filho

BLOG INED

4 DICAS PARA PROTEGER O SEU FILHO DOS PERIGOS DA INTERNET

21. JAN. 2020

A Internet é maravilhosa! É a melhor amiga da malta jovem, funcionando como recurso de lazer e apoio aos estudos, mas se está aqui a ler este artigo sobre como proteger o seu filho dos perigos da Internet, é porque sabe que esta amizade pode ser comprometedora, correto? E tem toda a razão! 

O facto do seu filho, através da web, conseguir aprender, conviver, fazer amigos, divertir-se e soltar sonoras gargalhadas a ver os vídeos engraçados dos seus youtubers preferidos… não o deve desviar desta missão de proteger o seu filho dos perigos da Internet. E isso, porque a Internet é um local maravilhoso, sim, mas também é aquele sítio onde pessoas mal-intencionadas inventam desafios como a “baleia azul”. Aquele sítio onde há exposição a conteúdos impróprios, como pornografia, onde as publicações privadas se tornam públicas, onde o abuso sexual e o cyberbulling acontecem, onde se faz download de softwares ilegais e se jogam jogos de sorte e azar, entre mais… muito mais! Por isso – e em como tudo na vida – o seu filho deve ter cuidado com os riscos e perigos a que está exposto quando navega na Internet e ninguém melhor do que o pai ou a mãe para o alertar. E nada melhor para ajudar esse pai ou mãe, do que a leitura deste artigo que explica como evitar os malefícios da web!

Continue a ler para conhecer as nossas dicas sobre como proteger o seu filho dos perigos da Internet.

O que é privacidade? Converse com o seu filho sobre isso

Será que o seu filho já tem consciência do que são informações privadas e de que as tem de manter em confidencialidade? Na dúvida, comece a proteger o seu filho dos perigos da Internet conversando com ele a respeito de privacidade e explicando que o seu número de telefone, morada, nome completo, fotografia e colégio que frequenta, por exemplo, não devem ser partilhados online. Além disso, o seu círculo de amigos em redes sociais deve ser constituído única e exclusivamente por pessoas que conhece e em quem confia. Em caso algum deve admitir estranhos, fale-lhe nisso e, se necessário, ajude-o a configurar o ou os perfis para garantir maior privacidade de conteúdos. E não se esqueça de o alertar também para o perigo de instalação de vírus, explicando que não deve abrir emails de remetentes desconhecidos (podem ser spam ou vírus).

Online, a imagem do seu filho – ou de qualquer pessoa – fica completamente exposta (inclusive através de uma simples foto ou de um comentário no Facebook). Dessa forma, é fundamental que se certifique que ele compreende e adere às boas práticas na Internet.

O que é que ele anda a fazer? Monitorize o acesso à Internet

Se está preocupado com algum comportamento menos feliz que o seu filho possa ter na Internet, acompanhe de perto os seus acessos colocando o computador num local onde o possa ver para monitorizar as suas pesquisas, por exemplo.

Se o seu filho fecha os aplicativos sempre que passa por ele ou tranca a porta do quarto ou bloqueia constantemente o telefone, fique alerta porque esse comportamento pode indicar que ele está a tentar esconder alguma coisa. Claro que podem ser as fotografias da namoradinha, mas também pode ser algo perigoso. Se ele não quiser conversar sobre o assunto, pode sempre consultar o histórico do computador ou pedir-lhe as passwords de acesso para se certificar de que está tudo bem. Até o seu filho ser maior de idade, você é responsável por ele e por tudo o que ele faz. Por isso, não veja este controlo sobre a sua vida online como uma invasão de privacidade. Veja como uma obrigação de pai para proteger o seu filho dos perigos da Internet.

Quanto tempo pode estar online? Imponha limites quanto às horas que passa na Internet

Hoje em dia as crianças e os jovens têm tendência a passar muito tempo na Internet e isso exige por parte dos pais, alguma orientação, ou seja, o estabelecimento de horários ou limites de tempo para navegar na Internet. O seu filho não vai gostar – isso tem como garantido – mas deve impor-lhe uma navegação sem exageros, uma navegação mais segura que, inclusive, lhe deixe tempo livre para outras atividades mais saudáveis.

Lembramos que vários estudos comportamentais, mostram a importância de proteger o seu filho dos perigos da Internet associando a exposição contínua à Internet com o aumento da ansiedade e depressão em jovens. Não arrisque!

Prevenir ainda é o melhor remédio? É sim, instale firewalls, antivírus, filtros de conteúdos e controlo parental

Por muito cuidado que o seu filho tenha, não está livre de potenciar a entrada de um vírus num equipamento (nem você!) e por isso e para isso, existem, precisamente, uma série de firewalls e antivírus (a maioria gratuitos) que pode instalar no computador e smartphone quer para evitar que o seu filho fique exposto a conteúdos impróprios, quer para evitar vírus e outros programas maliciosos. Além disso, e porque nenhum antivírus impede o seu filho de ver conteúdo impróprio para a idade, deve instalar também filtros de conteúdo, programas que contém algoritmos que o ajudam a definir o conteúdo que pode ficar disponível e a excluir o outro, bloqueando o acesso (também em redes sociais).

Por fim, o controlo parental existe por algum motivo e se está interessado em proteger o seu filho dos perigos da Internet, deve usá-lo. O controlo parental é um recurso ou aplicativo (pago ou gratuito) que pode ser instalado em vários tipos de equipamentos e em vários sistemas operativos (incluindo consolas de jogos) que permite definir filtros de acordo com a classificação etária do conteúdo, identificando os sites que o utilizador pode e não pode ver, aplicativos que pode ou não pode instalar, etc.

Afinal, há uma série de recursos que o podem ajudar a proteger o seu filho dos perigos da Internet.

É fundamental que os pais orientem cada vez mais os filhos sobre os perigos da Internet, porque se usada de forma errada, a Internet pode provocar dissabores e – pior do que isso – graves traumas. A ansiedade e a depressão são, muitas vezes, sintomas de uma navegação desequilibrada. Converse com o seu filho a respeito da sua privacidade e das boas práticas que deve elencar no seu acesso, mas se não verificar melhorias ou se começar a ver que o seu filho está triste, dorme mal e come pior ainda, não hesite em contactar diretamente o nosso gabinete de psicologia.

Clique aqui e conheça melhor o nosso serviço de acompanhamento durante o percurso pessoal e escolar dos alunos INED!

O meu filho não quer estudar! E o que faço agora?

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BLOG INED

O meu filho não quer estudar! E o que faço agora?

10. JAN. 2020

Agora – e bem vistas as coisas – não há muitos pais que digam “o meu filho adora estudar”. Mas há muitos e muitos que, tal como você, admitem: “o meu filho não quer estudar”. E isso é prova que baste de que, em primeiro lugar, ninguém no seu juízo perfeito vai estudar a transbordar de alegria. Em segundo lugar, os jovens, devido à sua imaturidade, acham que estudar é uma “seca”, que os TPCs são “bueda” chatos, os trabalhos são “tipo” um drama. E é por isso que os pais têm aparecido e continuam a aparecer aqui, no terceiro lugar desta equação, com a tarefa hercúlea de equilibrar as coisas. “Tá-se?”

Sente que o seu filho precisa de começar a estudar ou começar a estudar para melhorar os resultados escolares? Ok, pare de dizer “o meu filho não quer estudar” e tome a iniciativa de o ajudar. Muito dificilmente será ele sozinho a mudar a postura porque a falta de maturidade tolda-lhe as ideias, pelo que compete aos seus professores, mas também aos pais, motivar para o estudo. Como o fazer? Conheça as nossas dicas já de seguida!

O meu filho não quer estudar! E agora?
Agora mostre-lhe a importância dos estudos

Muitos jovens têm a ideia de que só precisam de estudar para tirar boas notas nos testes ou – pior ainda – para passar de ano. E isso é normal. São novos e ainda não foram despertos para a verdadeira importância dos estudos. Se é o caso do seu filho, ajude-o a desenvolver uma visão a longo prazo, explicando o impacto que a educação pode ter no seu futuro profissional e pessoal, de modo a que ele perceba que estudar pode ser gratificante.

O meu filho não quer estudar! E agora?
Agora ajude-o a traçar objetivos de estudo

No início de cada período, ajude o seu filho a definir metas de curto prazo. Não importa se o objetivo dele é subir as notas ou obter uma média de 18 valores. O que interessa é que ele seja capaz de definir metas exequíveis, pois de outro modo é difícil encontrar motivação para estudar. Esses objetivos de estudo podem e devem ficar registados nalgum lugar visível aí em casa, para o recordar todos os dias.

O meu filho não quer estudar! E agora?
Agora proporcione-lhe um bom local de estudo

O local onde o seu filho estuda, também é importante para o motivar. O espaço deve estar bem iluminado, arejado, com uma temperatura agradável, arrumado e organizado e – muito importante! – sem distrações por perto como barulhos, televisões, consolas… E se ele preferir estudar sentado no sofá da sala ou deitado na cama no quarto, desincentive! Essa postura, além de ser prejudicial à saúde, não favorece a concentração.

O meu filho não quer estudar! E agora?
Agora auxilie-o na gestão do tempo de estudo

Tem de contrariar essa tendência que o seu filho tem de estudar apenas em vésperas de testes. Estudar 30 a 50 minutos todos os dias é mais benéfico do que 2 horas na véspera do teste, principalmente se no teste saírem matérias cuja compreensão e memorização requerem algum tempo para consolidação, como a Matemática. Nesse sentido, elaborem em conjunto um horário de estudo semanal equilibrado, ou seja, juntando no mesmo dia uma disciplina de que o seu filho gosta e outra que não gosta ou começando o período de estudo com as matérias mais difíceis (quando os níveis de concentração são mais altos) e passando depois às mais fáceis.

O meu filho não quer estudar! E agora?
Agora dê-lhe autonomia e responsabilidade

No 5º e 6º ano é natural que supervisione o seu filho, que o ajude a preparar a mochila, que o ajude a fazer os apontamentos para os testes e até que fique junto dele enquanto estuda, mas quanto mais cedo lhe der autonomia e responsabilidade, melhor! Os jovens devem interiorizar o quanto antes o facto do seu sucesso ou insucesso escolar depender principalmente do seu esforço, e não do esforço dos pais. Não queremos com isto dizer que não o supervisione, mas à medida que ele for passando de nível de escolaridade, essa vigilância deve ser atenuada.

O meu filho não quer estudar! E agora?
Agora estabeleça rotinas

Enquanto eles são pequenos, é relativamente fácil manter uma rotina, mas na adolescência é mais complicado porque os jovens não querem ter horas para estudar, insistem em deitar-se tarde, em comer a correr… Ora, essa falta de rotina resulta em poucas horas de sono e muitas vezes em falta de nutrientes na alimentação que podem afetar a memória e concentração e, por consequência, afetar também os resultados escolares. Mantenha-se alerta! 

O meu filho não quer estudar! E agora?
Agora elogie os bons resultados 

O seu filho conseguiu atingir os objetivos definidos? Perfeito! Agora não se esqueça de valorizar o seu esforço. Um “estou muito orgulhoso(a) de ti” ou “eu sabia que eras capaz” são frases muito importantes para o estudante, bem mais importantes que recompensas materiais, que de resto só criam associações negativas: só vale a pena estudar se houver uma gratificação imediata.

O meu filho não quer estudar! E agora?
Agora apoie-o mesmo que não tenha conseguido atingir os seus objetivos 

Não deixe o seu filho a pensar que só é amado se for bom aluno. Mesmo que ele não consiga atingir os seus (vossos) objetivos escolares, é essencial que demonstre apoio e compreensão, incentivando-o a continuar a esforçar-se.

O meu filho não quer estudar! E agora?
Agora apareça nas reuniões escolares

Participe das reuniões escolares e colabore, sempre que possível, nas atividades que promovemos no Colégio INED, isso vai deixar o seu filho a sentir que se preocupa e se ocupa dele!

Aqui acreditamos que o papel dos pais na educação dos filhos vai além da exigência para terem boas notas. Manter uma comunicação estreita e assídua com o colégio, é fundamental para compreender a escola, os professores e, claro, motivar para o estudo de modo a ajudar o seu filho a melhorar os resultados escolares.